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Employee Experience e Diversidade: Promovendo uma cultura inclusiva na Experiência do Colaborador

Promover uma experiência de inclusão no dia a dia dos colaboradores é fundamental para criar um ambiente de trabalho positivo e produtivo. E, para que a diversidade e a inclusão sejam vividas na experiência do empregado, é necessário adotar uma abordagem abrangente e holística, que permeie todos os aspectos da cultura organizacional. É uma jornada contínua que envolve criar um ambiente onde todos os funcionários se sintam valorizados, respeitados e capazes de contribuir plenamente.


Promover uma experiência de inclusão aos colaboradores no dia a dia significa criar uma atmosfera onde as pessoas empregadas, ao olhar para os lados, veja e respire diversidade e inclusão, percebendo representatividade em todos os níveis, diálogos abertos, ambiente seguro a todas as pessoas, incluindo aquelas de grupos minorizados e tudo mais que envolve uma cultura organizacional inclusiva. Como conseguimos isto? Primeiramente, é importante que as políticas de diversidade e inclusão sejam claras e promovam diversidade em todos os níveis da organização, a antidiscriminação e a igualdade de oportunidades, como processo de recrutamento e seleção equitativo, equidade na remuneração, eliminação de possíveis disparidades salariais injustas entre grupos de funcionários etc. Ao mesmo tempo em que as políticas são criadas, é possível definir ou estabelecer quais serão as métricas utilizadas para avaliar o progresso em relação aos objetivos de diversidade e inclusão. Isto é importantíssimo, pois é preciso também avaliar regularmente as políticas e práticas da empresa para garantir que sejam, de fato, inclusivas. Isso permite à organização acompanhar regularmente seu desempenho e fazer ajustes de rota quando necessário. Além do acompanhamento qualitativo, é importante atentar-se também aos feedbacks das pessoas colaboradoras e nas mudanças subjetivas percebidas na cultura organizacional. Peça feedback regularmente aos funcionários sobre a experiência de inclusão na empresa. Uma cultura inclusiva exige um ambiente de trabalho flexível que atenda às diferentes necessidades de diferentes funcionários, incluindo aqueles com deficiências ou responsabilidades familiares específicas. Isso pode incluir políticas de trabalho remoto, horários flexíveis e adaptações no local de trabalho. São mecanismos que contribuem para o trabalho de pessoas com deficiência, bem como de pais, cuidadores e responsáveis por estas, além de outros gêneros, como para colaboradoras mães, por exemplo. Para que tudo dê certo, é essencial o compromisso da liderança em criar um ambiente inclusivo. Diversidade e a inclusão devem ser prioridades estabelecidas pela liderança da organização. Os líderes devem não apenas endossar esses valores, mas também demonstrá-los em suas ações e comunicações diárias. Devem ser defensores ativos da diversidade e inclusão na empresa, liderar pelo exemplo, defender políticas inclusivas e apoiar as pessoas das equipes que enfrentam desafios relacionados a seus marcadores sociais. Para serem modelos de comportamento inclusivo, é preciso treinamento e desenvolvimento em comportamentos inclusivos. Treinamento e desenvolvimento não se limitam às lideranças. É preciso disponibilizar treinamentos regulares sobre diversidade, inclusão, preconceitos, vieses inconscientes, dentre outros temas, a todos os colaboradores. Além de treinamento, para mudar verdadeiramente a cultura da organização, são necessários programas de desenvolvimento, que sensibilizem ,conscientizem e desenvolvam as pessoas continuamente, em suas crenças, atitudes, comportamentos e relacionamentos. É isto que vai contribuir para a construção de um ambiente acolhedor a todas as pessoas. Este ambiente deve estimular os funcionários a estarem à vontade para se expressar, seja relatando incidentes de discriminação ou exclusão em canais de denúncia ou por meio de diálogos abertos e honestos, nos quais os colaboradores sintam confiança para discutir quaisquer questões relacionadas à inclusão. É imprescindível, também, o fortalecimento de grupos minorizados. Isto é possível por meio da criação de grupos de afinidade, implementação de mentorias que ajudem a desenvolver e promover talentos diversos e a oferta de oportunidades de crescimento e liderança. Mecanismos que estimulem os colaboradores a se conectarem e aprenderem uns com os outros são excelentes ferramentas neste sentido. Por meio destas, muitas pessoas de grupos sub-representados têm conseguido avançar em suas carreiras. E a empresa deve incentivar a promoção destas pessoas, inclusive para cargos de liderança. Além de tudo isso, uma das coisas mais importantes é a capacidade de reconhecer e valorizar as diferenças de todos os tipos, raciais, de gênero, culturais, étnicas, religiosas, etárias e todas mais. Isto torna o ambiente mais agradável, acolhedor, respeitável e inclusivo. Em resumo, para que a diversidade e a inclusão sejam vividas na experiência do empregado, é essencial que esses princípios sejam incorporados à cultura e às práticas da organização. Isso não é apenas uma questão de conformidade a normas, leis ou ESG, mas sim uma maneira de criar um ambiente de trabalho mais enriquecedor, inovador e equitativo, que beneficie a todas as pessoas, dentro e fora da empresa. Importante lembrar-se de que promover uma cultura de inclusão é um processo contínuo que requer o comprometimento de toda a organização. É importante envolver todos os níveis da empresa para criar um ambiente de trabalho verdadeiramente inclusivo e acolhedor.

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